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domingo, 22 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
comandos
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
MANUTENÇÃO REMOTA
TUTORIAL ELABORADO PARA CLIENTES DO BRASIL
professor Leonardo
manutenção remota de técnico para o cliente
1° vamos começar com o donwload do aplicativo.
ele pode ser encontrado nesse link aqui
2° apos baixar execute o arquivo que vai aparecer essa tela aqui
copie os números que estão sendo exibidos
EXEMPLO
Sua ID 280 629 934
senha: 9469
passa essas informações para o técnico.
PRONTO VOCÊ JÁ PODE TER SUA MANUTENÇÃO REMOTA
obrigado a todos os visitantes do nosso site é até o próximo tutorial
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Cabeamento de rede: testadores, PoE e hacks
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Cabeamento de rede: testadores, PoE e hacks
Além dos dados, cabos de rede podem ser utilizados para transportar energia ou mesmo um sinal de telefone, reduzindo o número de fios que você precisa correr pelo prédio. Um ponto de acesso instalado no telhado, pode receber energia diretamente através do cabo de rede, sem que você precise levar também um cabo de energia até ele. Temos também os testadores e certificadores de cabos, que ajudam a solucionar problemas e podem ser usados para certificar os pontos de rede. Este tutorial é um apanhado geral sobre tudo isso. Vamos lá:
Testadores
Existem no mercado diversos testadores de cabos, que variam em sofisticação, indo desde simples verificadores de continuidade (que verificam individualmente cada um dos quatro pares, avisando caso algum dos fios esteja partido), a certificadores com ferramentas de diagnóstico muito mais sofisticadas, que efetivamente medem a qualidade do cabeamento, atestando que o ponto atende a diferentes padrões. Isso explica também a enorme variação de preços, com de um lado testadores simples que podem custar apenas alguns dólares (já cheguei a ver testadores de continuidade simples, feitos na China, que custavam apenas dois dólares cada!) quanto certificadores high-end que chegam a custar mais de 5.000 dólares no exterior, resultando em um custo pornográfico aqui no Brasil devido aos impostos.
Nas fotos a seguir temos um Fluke DTX-1800, um exemplo de certificador de cabos high-end, que possui módulos para o teste de diversos tipos de cabeamento, de cabos cat5 e cat6 a cabos de fibra monomodo. Além de realizar todos os tipos de testes (continuidade, impedância, frequência e assim por diante) ele possui teste pré-programado para certificar pontos de rede, atestando que eles atendem aos padrões estabelecidos:
Fluke DTX-1800 e um testador simples de continuidade
Abaixo temos um testador simples de continuidade, onde conjunto de leds se acende, mostrando o status de cada um dos fios. Se algum fica apagado durante o teste, você sabe que o fio correspondente está partido. A limitação é que eles não são capazes de calcular em que ponto o cabo está partido, de forma que a sua única opção acaba sendo trocar e descartar o cabo inteiro.
Certificadores como o Fluke DTX-1800 são um overkill para a maioria das situações, já que embora úteis, eles são muito caros. É o tipo de equipamento que seria comprado pela empresa e compartilhado apenas entre os funcionários mais qualificados, para trabalhos de certificação.
Os testadores de continuidade por sua vez são bastante acessíveis (os de boa qualidade custam geralmente entre 100 e 300 reais, mas os mais baratos podem chegar a custar 20 reais ou menos) e são úteis para detectar problemas básicos na crimpagem, atestando pelo menos que o cabo não está partido em nenhum ponto. Para redes de 100 megabits, o teste de continuidade é uma razoável garantia que a rede funcionará dentro do esperado, já que o 100BASE-TX é muito tolerante em relação ao cabeamento, mas no caso dos pontos Gigabit é interessante realizar mais testes, transferindo arquivos entre dois micros para verificar a velocidade da rede e utilizar algum utilitário de diagnóstico para verificar se pacotes não estão sendo perdidos em grande número e assim por diante. Se o cabeamento não estiver dentro do padrão, pode ser que as placas chaveiam automaticamente para o 100BASE-TX, mais um sintoma de que algo está errado.
Entre os dois extremos, temos vários tipos de testadores mid-range e high-end, que também possuem telas visualizadoras e são capazes de executar um bom número de testes (calculando por exemplo o comprimento total do cabo e em que ponto ele está rompido, a partir do tempo que o sinal demora para percorrer o circuito, detectando curtos ou a presença de um injetor PoE do outro lado e assim por diante), servindo como um meio-termo entre as duas categorias. Para alguns testes (como medir o comprimento do cabo e a presença de curtos) sequer é necessário que o módulo remoto esteja instalado do outro lado. Um exemplo é o Fluke Microscanner 2:
Exemplo de diagnóstico: Curto entre os fios do primeiro par a 29.8 metros
A boa notícia é que se você utilizar boas ferramentas e crimpar os cabos cuidadosamente, utilizando cabos e conectores dentro da categoria adequada ao tipo de instalação que está realizando, a incidência de problemas é relativamente pequena,pois é muito raro que os cabos venham com fios rompidos de fábrica. Os cabos de rede apresentam também uma boa resistência mecânica e flexibilidade, para que possam passar por dentro de tubulações. Quase sempre os problemas surgem por causa de conectores mal crimpados.
Uma curiosidade com relação aos testadores é que algumas placas-mãe da Asus, com rede Yukon Marvel (e, eventualmente, outros modelos lançados futuramente), incluem um software testador de cabos, que pode ser acessado pelo setup, ou através de uma interface dentro do Windows. Ele funciona de uma forma bastante engenhosa. Quando o cabo está partido em algum ponto, o sinal elétrico percorre o cabo até o ponto onde ele está rompido e, por não ter para onde ir, retorna na forma de interferência. O software cronometra o tempo que o sinal demora para ir e voltar, apontando com uma certa precisão depois de quantos metros o cabo está rompido, a mesma técnica usada pelos testadores.
Configurando um servidor Linux doméstico, fácil
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Configurando um servidor Linux doméstico, fácil
Introdução
Quando as conexões de banda larga começaram a se tornar populares, por volta de 2000, compartilhar a conexão se tornou uma dúvida comum, já que compartilhar uma conexão ininterrupta faz muito mais sentido do que compartilhar a conexão via modem. No começo, era muito comum serem usados PCs com o Windows 98 ou 2000, compartilhando a conexão através do ICS, ou micros antigos rodando mini-distribuições Linux especializadas na tarefa, como o antigo Coyote.
Hoje em dia, compartilhar a conexão deixou de ser um problema, já que praticamente qualquer modem ADSL pode ser configurado como roteador, sem falar dos pontos de acesso com funções de roteador e da enorme variedade de servidores domésticos que temos no mercado.
Vamos então a um tutorial rápido de como compartilhar a conexão no Linux, usando um PC com duas placas de rede, aproveitando para incluir também alguns recursos adicionais no servidor, instalando também um proxy transparente e um servidor DHCP. Este mesmo servidor pode ser configurado também como um servidor de arquivos e impressoras para a rede, assumindo também o papel de NAS.
Os passos a seguir podem ser usados em praticamente qualquer distribuição, de forma que você pode usar a que tiver mais familiaridade. Também não é necessário reservar um PC só para compartilhar a conexão: você pode perfeitamente usar seu próprio micro, ou outro que fique ligado continuamente.
Se você não se importar em fazer a configuração via linha de comando, você pode utilizar um PC antigo, instalando a versão server do Ubuntu. Ela está disponível no http://www.ubuntu.com/getubuntu/downloadmirrors, juntamente com a versão principal, mas é um pouco menor, com cerca de 500 MB.
Ao contrário da versão desktop, que carrega o ambiente gráfico por padrão e precisa de um PC com pelo menos 256 MB de memória RAM para rodar, a versão server usa um instalador simples, em modo texto (o mesmo usado nas primeiras versões), e pode ser instalada mesmo em micros com apenas 32 MB de memória RAM:
Esta versão instala apenas os pacotes básicos, sem o ambiente gráfico, por isso o boot depois da instalação é feito em modo texto. Logue-se usando a conta criada durante a instalação e use o comando "sudo passwd" para definir a senha de root. A partir daí você pode se logar diretamente como root, como em outras distribuições:
$ sudo passwd
Inicialmente, o Ubuntu server vem apenas com o vi instalado, que não é um editor de texto particularmente amigável, mas, depois de fazer a configuração inicial da rede (editando o arquivo "/etc/network/interfaces"), você pode instalar outro editor mais amigável, como o mcedit (que faz parte do pacote "mc"), o "joe" ou o "nano". Não importa muito qual editor resolva usar, o importante é que você se sinta confortável com pelo menos um deles.
Um exemplo de arquivo "/etc/network/interfaces" configurado é:
# /etc/network/interfaces
auto lo eth0
iface lo inet loopback
iface eth0 inet static
address 192.168.1.2
netmask 255.255.255.0
network 192.168.1.0
broadcast 192.168.1.255
gateway 192.168.1.1
auto lo eth0
iface lo inet loopback
iface eth0 inet static
address 192.168.1.2
netmask 255.255.255.0
network 192.168.1.0
broadcast 192.168.1.255
gateway 192.168.1.1
O arquivo é dividido em duas partes. A linha "auto ..." lista as interfaces que devem ser ativadas automaticamente e as demais contém a configuração de cada uma. Para configurar uma nova placa de rede, você adicionaria a configuração relacionada a ela no final do arquivo e a adicionaria na linha "auto", como em "auto lo eth0 eth1". Se, por outro lado, você quiser desativar uma interface, precisa apenas removê-la da linha auto, não é preciso remover as demais linhas.
A interface "lo" é a interface de loopback, usada para a comunicação local entre diversos aplicativos e componentes do sistema, por isso nunca deve ser desativada. Embora o uso da interface de loopback pareça ser uma exclusividade do Linux, ela é usada também no Windows; a única diferença é que no Windows ela não aparece na configuração.
Em seguida temos a configuração de cada interface, que vai em uma seção separada. No caso da interface lo é usada uma única linha, "iface lo inet loopback", usada em qualquer instalação, seguida pelas demais interfaces.
Como você pode ver, as últimas 5 linhas na configuração da placa eth0 especificam o IP utilizado pelo PC e o restante da configuração da rede, com exceção dos endereços dos servidores DNS, que vão no arquivo "/etc/resolv.conf".
Se você quisesse que a interface fosse configurada via DHCP, poderia substituir as 6 linhas referentes a ela por:
iface eth0 inet dhcp
Ao configurar um servidor com duas placas de rede, onde a eth0 está ligada à rede local e a eth1 ao cable modem (obtendo o endereço via DHCP), por exemplo, o arquivo ficaria:
# /etc/network/interfaces
auto lo eth0 eth1
iface lo inet loopback
iface eth0 inet static
address 192.168.1.1
netmask 255.255.255.0
network 192.168.1.0
broadcast 192.168.1.255
iface eth1 inet dhcp
iface eth0 inet static
address 192.168.1.1
netmask 255.255.255.0
network 192.168.1.0
broadcast 192.168.1.255
iface eth1 inet dhcp
Veja que nesse caso a configuração da interface eth0 não inclui o gateway, pois é a eth1 que será usada para acessar a web.
Depois de editar o arquivo, você pode aplicar as alterações reiniciando o serviço relacionado a ele:
# /etc/init.d/networking restart
Um problema comum que afeta versões do Debian, Ubuntu e distribuições baseadas neles é as interfaces mudarem de endereço a cada reset em micros com duas ou mais interfaces de rede. A placa eth0 passa então a ser a ath1 e assim por diante, o pode ser uma grande dor de cabeça ao configurar um servidor para compartilhar a conexão, já que se as duas interfaces mudam de posição, nada funciona.
A solução para o problema é um pequeno utilitário chamado "ifrename", que permite fixar os devices utilizados para as placas. Utilizá-lo é bem simples. Comece instalando o pacote via apt-get:
# apt-get install ifrename
Crie o arquivo "/etc/iftab" e, dentro dele, relacione o device de cada interface com o endereço MAC correspondente, seguindo o modelo abaixo:
#/etc/iftab
eth0 mac 00:11:D8:76:59:2E
eth1 mac 00:E0:7D:9B:F8:01
eth0 mac 00:11:D8:76:59:2E
eth1 mac 00:E0:7D:9B:F8:01
Em caso de dúvida, use o comando "ifconfig -a" para ver a configuração atual das placas e o endereço MAC de cada uma. Uma vez criado, o arquivo é verificado a cada boot e a configuração se torna persistente, resolvendo o problema. Este bug das interfaces itinerantes afeta apenas algumas distribuições, por isso você não precisa se preocupar com ele até que perceba que está usando uma das afetadas.
O Ubuntu server vem com o servidor SSH instalado por padrão, de forma que depois de configurar a rede, você pode fazer todo o resto da configuração confortavelmente a partir do seu micro. Uma dica é que ao utilizar o joe, o nano ou o vi (o mcedit não suporta o uso do clipboard), você pode usar o botão central do mouse para colar texto dentro do terminal, o que é muito útil quando você tem um modelo de configuração pronto pra usar.
LEIA MAIS
Servidores Linux, Guia Prático
Capa
O livro Redes, guia prático é o segundo livro da série iniciada com o livro Hardware, o guia definitivo. Ele aborda em detalhes os padrões de rede, cabeamento e dispositivos de rede, redes wireless, TCP/IP e endereçamento, segurança, firewall, configuração de redes Windows e Linux, configuração de servidores de rede local entre outros temas. Ele é o seu guia definitivo sobre redes.
Autor: Carlos E. Morimoto
Páginas: 560
Formato: 23 x 16 cm
Editora: GDH Press e Sul Editores
ISBN: 978-85-99593-09-7
Lançado em: Abril de 2008
Páginas: 560
Formato: 23 x 16 cm
Editora: GDH Press e Sul Editores
ISBN: 978-85-99593-09-7
Lançado em: Abril de 2008
- R$ 60,00 + frete
Preço nas livrarias: R$ 75
Descrição:
O livro Redes e Servidores Linux - Guia Prático foi nosso primeiro best-seller, vendendo um total de 8.000 exemplares em suas duas edições. O processo de atualização do livro acabou dando origem a dois livros separados.
O Redes - Guia Prático, é o primeiro deles, dedicado ao cabeamento e configuração de redes, redes wireless, acesso móvel, TCP/IP e endereçamento, segurança, firewall, configuração de redes Windows e Linux, configuração de servidores de rede local, entre outros temas, abordados de forma muito mais aprofundada que no livro anterior. Ele faz par com o livro Servidores Linux - Guia Prático, que é dedicado à configuração e otimização de servidores Linux.
Existem muitos livros de redes no mercado, mas quase todos se restringem a um único tema (cabeamento ou TCP/IP, por exemplo) ou estão desatualizados. Muitas vezes, temos a impressão de que, ao contrário de outras áreas da informática, as redes são um assunto mais constante, onde pouca coisa muda. Entretanto, essa impressão não poderia estar mais longe da realidade. A cada dia, novas tecnologias e novos padrões são criados e novas áreas de conhecimento são adicionadas. Os próprios padrões de rede evoluem constantemente para se adaptarem às novas necessidades.
Ao longo do livro, você aprenderá detalhes sobre:
- Padrões Ethernet e cabeamento de rede, incluindo redes gigabit e 10G, novos padrões de cabos de par trançado e fibra óptica.
- Configuração de dispositivos de rede, incluindo switches, modems ADSL, pontos de acesso, roteadores wireless e outros.
- Configuração de redes no Windows e no Linux.
- Configuração de redes wireless, incluindo a criação de links de longa distância.
- Endereçamento IP, incluindo as mudanças introduzidas pelo sistema CIDR e o uso de máscaras de tamanho variável.
- Uso de utilitários de segurança para capturar tráfego da rede, detectar brechas e quebrar os sistemas de encriptação das redes wireless.
- Configuração de firewalls.
- Configuração de servidores Linux domésticos para compartilhar a conexão e compartilhar arquivos.
- Configuração de servidores Windows.
Em suas 560 páginas, o livro reúne tudo o que você precisa saber para montar redes locais e configurar pequenos servidores em um único local, uma leitura obrigatória para quem trabalha na área ou quer conhecer mais sobre o tema.


15:31:00
leonard.oleo
